Conheça mães e famílias que fazem o CTN tão especial

08/05/2021 - 04:16 - Notícias, Sala de Imprensa




Francisca é dona restaurante Família Cariri, que completa 30 anos de história, junto com o Centro de Tradições Nordestinas. Ela veio de Lagoa de Pedras (RN) e sempre trabalhou com a família, principalmente com seu filho Sandro. Hoje são 6 pessoas da mesma família trabalhando juntas e essa união está registrada oficialmente. “Antes o nome era só Cariri. Agora se chama Restaurante Família Cariri. Trabalham o Fábio, a Fabiana, tem a Bia, a Socorro, a minha mãe e eu. E os outros funcionários, que acabam sendo da família porque estamos há muitos anos aqui dentro.” 

Eu desejo todo o amor do mundo pra ela. Que seja sempre essa guerreira, batalhadora que criou os dois filhos. Conseguiu nos dar oportunidade de estudo, faculdade. Ela é um exemplo de ser humano pra mim porque quando meus avós estavam velhinhos, ela deu muito suporte pra eles, sabe? De nunca faltar nada, sempre o melhor. Então eu nunca vou desampará-la. Sempre que ela precisar dos meus cuidados, para tudo, eu estarei à disposição. É uma forma de amor, né? É o primeiro amor e vai ser sempre o amor eterno, o amor de mãe.” - Sandro
Arquivo CTN

Um pouco de história

Naturalmente a história do Família Cariri e do CTN se misturam, sendo impossível falar de um sem mencionar o outro e Sandro nos contou sobre o início do projeto do senhor José de Abreu. Os ouvintes da Rádio Atual se aproximavam do prédio para ouvir seus programas tão originais ali mesmo, por caixas de som do lado externo. “Aí ele teve a sacada. “Eu preciso criar um espaço de eventos culturais aqui em São Paulo e tinha um terreno ao lado”. Ele começou por recursos próprios. Era muito simbólico.” No começo O CTN tinha outra carinha que ele recorda com saudades. “Era bem rústico. Espaços de alvenaria com cobertura de palhoça. Eu particularmente gostava do CTN naquele formato.” Nessa época, eles mesmos ajudaram a carregar os caminhões da Campanha SOS Nordeste, outra ideia incrível da família Abreu.

Atualmente o restaurante tem estrutura profissional e atende mais de 100 mesas  (reduzidas a 30% por segurança) e Sandro reconhece toda a força que os empreendedores do CTN recebem. “Somos muito gratos por essa oportunidade. A gente agarrou com unhas e dentes e tenta fazer um trabalho bacana com os clientes. Os clientes são amigos e fazemos uma comida com amor, como se fosse pra gente. Eu acho que essa pode ser a fórmula de um pouco do sucesso.”

Dona Dalvina e sua família
“Ah, o Sandro pra mim é um filho maravilhoso. Não tenho o que reclamar dele. Nossa! Ele é muito amigo, ele é parceiro. Tudo que ele vai fazer ele combina comigo. Ele é desse jeito e a gente trabalha em conjunto. “Dá pra fazer? Aí se eu falo não, ele não faz. Mas a gente sempre combina. É bem gostoso. É difícil, né? Ter uma pessoa assim. Mas é isso, é agradecer a Deus e a ele. A Deus pelo filho que ele me deu porque é muito bom.” - Dona Francisca

Um ano depois, em 1992, chegava ao CTN também do Rio Grande do Norte, de Natal, a dona Dalvina, para inaugurar o restaurante Xique Xique. Também veio com a família e desde o começo trabalhou junto ao esposo Fernandes, suas filhas Adriana e Elisângela e seus genros Vagner e Ewerton. Ela confirma a atenção de José e Cristina Abreu davam para a equipe. “Conheci, conheci a dona Cristina, o seu José. Com certeza. Sempre ele vinha aqui no meu box e ela também. Ele vinha aqui, gostava muito do seu Fernandes. Sempre falava com a gente, passava aqui e cumprimentava. O clima é de família. Agora são as filhas deles que estão cuidando, a Christiane e a Renata.” Segundo dona Dalvina, do Xique Xique, a outra parte do sucesso que Sandro apontou se deve a um dos pratos mais vendidos da casa, ainda mais no Dia das Mães. “É o baião de dois. Esse prato é inexplicável, ele é o favorito mesmo. Pra família, né? É um prato que serve 4, 5 pessoas. É bem servido.”

Baião de Dois

Seu José e dona Cristina Abreu ficariam ainda mais orgulhosos nesse momento. “O CTN é um lugar muito acolhedor. É como se fosse o coração de mãe, tipo mainha do Nordeste, entendeu? O pessoal gosta de estar aqui. Foi criando essa cultura, né? O seu José de Abreu foi muito feliz, é um homem admirável”, afirma Sandro. Dona Francisca acrescenta, agradecendo a consideração. “Eles dão a maior força pra gente. O que eles querem quando querem alguma coisa, eles vem aqui e a gente faz tudo por eles.”

Trabalho em família

Há dois anos, dona Francisca deixou a administração do Família Cariri nas mãos de Sandro e mesmo tentando disfarçar, falar do filho em uma data tão importante a deixou com os olhos rasos d’água. “Aí a minha cabeça agora tá tranquila. Eu não me preocupo com o que eu vou pagar, tudo é com ele. Vish, é uma benção! Melhorou muito.” Mesmo depois de 30 anos, os cuidados um com o outro continuam na mesma intensidade e de certa forma nos lembram de todas as mães. “Tem que ter feijão, arroz e salada no almoço dele. Todo tipo de mistura ele gosta. A janta já é uma coisa mais leve. É um inhame, uma verdura, uma sopa de legumes.”

Sandro passou a administrar o Família Cariri.

Sobre trabalhar com a família, ambos compartilham o mesmo ponto de vista. “Eles são legais. Minha família é legal. Tem um sobrinho que é o braço direito da gente, que toma conta do caixa”, afirma dona Francisca. “A gente tem um carinho, uma preocupação, é bom que todo dia almoça junto. Se acontece uma situação, estamos próximos. Nos sentimos acolhidos perto da mãe, né? É unir o útil ao agradável também. kkkkkk. É muito bom. É a sorte de quem tem, né? Eu valorizo muito esse contato que eu tenho com ela.”, completa Sandro. E como nas melhores famílias, nem todos concordam sempre. “Nós somos muito profissionais, então às vezes a gente tem discussões, não tem jeito. Mas aí a gente acaba chegando num consenso”, ele explica.

“Para minha família, as minhas filhas, minhas amigas, as mães que trabalham comigo ou são nossas clientes, todas as mamães do Brasil. Eu gostaria de desejar um feliz Dia das Mães, com muita paz. Que Deus abençoe todos nós com muita, muita saúde. Pra nós trabalharmos bastante, né? Se Deus quiser. Um grande abraço.” - Dona Dalvina

Neste Dia das Mães, a expectativa é de muito trabalho mesmo sem a casa cheia. “O Dia das Mães agora, nossa… é muito bom pra gente. Que pena que não pode liberar mais mesas, né? Mas tá bom, o importante é que está aberto. A gente estando com saúde, né? Graças a Deus, nessa pandemia não tive uma dor de cabeça.” Amém, dona Francisca. Dona Dalvina conclui. “Há 29 anos. Nós começamos em 1992, quando viemos pra cá, estamos até hoje graças a Deus e o Dia das Mães sempre foi movimentado.” Sendo assim, aproveitamos para revelar aqui nessa matéria, como surpresa de um ao outro, suas mensagens para o domingo. Feliz Dia das Mães!

               


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